




No Quênia...a seta até tenta seguir a convenção internacional, mas não chega a conseguir completamente. Já o desenho, é pura singeleza e bom gosto, que a arte africana se faz sentir e admirar em cada detalhe, nos mais simples lugares.
Toalete é uma palavra de origem francesa, mas por justiça deveria ser japonesa, tal o cuidado dos japoneses com o insólito tema tratado aqui, mas o contato é imediato, impossível não reparar o grau de diferença. O Japão é um país muito limpo e até nisso é curioso, já que latas de lixo são pouco encontradas nas ruas. Existem, é claro, mas não nas proporções ocidentais. Em terra de povo recatado e comedido, não se come na rua, na rua quase não se produz lixo. Tudo é privado e reservado (dispensando aqui qualquer trocadilho).
Impossível fotografar por motivos óbvios, mas quase todas tem um enorme balcão com lugares individuais como nesse banheiro de hotel, e em cada um, tudo que é necessário para um banho, que se toma sentada num banquinho. Depois de se ensaboar e enxaguar com um chuveiro de mão, vamos às piscinas!
Não falo só de banheiros em bons hotéis. Viajei metade do Japão de carro. Banheiros de beira de estrada eram um capítulo à parte.O capricho era igual, até nos mais simples, sempre com flores naturais, mesmo tendo uma garrafa de plástico como vaso de flores. 

Neste, havia um apoio para bengala.
Instruções para o uso do vaso sanitário são fundamentais, porque ele só falta falar. Você escolhe a direção e a temperatura da água no chuveirinho-bidê embutido no vaso, e do ar para secar que substitui a toalha.
Aqui, com controle remoto.
Para a banheira, novas instruções.
As malas podem e devem ser mesmo compactas nas viagens pelo Japão. Em hotéis de vários níveis encontrei sempre quimonos e chinelos e todo o aparato de higiene. Em viagens de trem, o tempo em que param nas estações mal dá para entrar no vagão, sem chance para carregar muita bagagem. Com a tralha de filmagem que carregamos, entrar no trem em poucos segundos vira uma operação de guerra. Se estiver muito carrregada, melhor despachar. Despacha-se tudo, nos próprios hotéis, para o próximo hotel e, geralmente transportada pelo Gato Preto, no dia seguinte sua bagagem estará esperando por você sem a menor chance de extravio, que japonês não pode errar...




Uma televisão sem audiência. Noite fria chegando, uma aconchegante biblioteca, nem um livro que não fosse em japonês...
A caminho do Japão, uma parada no meio do mundo. 

Aeroporto de Dubai: oásis no deserto, tapete de areias escaldantes, céu de mil e uma noites.
Se as palmeiras parecem fake, o relógio certamente não é: um Rolex jumbo.



Os fumantes e o seu gueto
Decorada simpatia








